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Veja aqui o
SET LIST do show da Turnê 25 Anos de Rock, com
os Titãs. Os comentários são do
Blog do Sérgio
Britto, dos Titãs,
feito dia 07/12/07. Vale conferir detalhes
....
1. Diversão – As duas bandas
atacam juntas e Herbert divide os vocais com
o Paulo. Está canção para quem não sabe,
entre todas as nossas composições, era a
favorita do Renato Russo. Quando tocamos em
Ipanema na década de 90 cheguei a convidá-lo
pra cantar com a gente. Ele educadamente
declinou: já estava muito debilitado para
encarar um show…..
2. Calibre – Novamente o Paulo divide
os vocais com o Herbert. A música começa com
um clima de piano elétrico alá John Paul
Jones e gaita – bem diferente da versão
original.
3. Marvin – Cantada pelo Branco e
pelo Herbert. O arranjo é praticamente o
mesmo que costumamos tocar sozinhos, apenas
o solo do Tony tem o dobro do tempo.
4. Selvagem – Dessa vez eu e Herbert
dividimos os vocais. Esta é talvez a mais
Titânica das músicas dos Paralamas. Taí uma
canção deles que poderia perfeitamente ter
sido composta por um de nós.
5. Polícia – Praticamente emendada em
Selvagem. Em São Paulo contamos também com o
auxílio luxuoso do Andreas na guitarra e nos
vocais. Quando começamos a tocar o chão,
literalmente, tremeu! Há muito tempo o
público não reagia dessa maneira nessa
música ( será que foi por causa do “Tropa de
elite”?!). Lembro de que quando a tocamos
numa das versões recentes do Planeta
Atlântica (a faixa etária desse festival é
sempre muito baixa) o público ficou
completamente imóvel. Tive a nítida sensação
de que ninguém tinha ouvido aquela música
antes na vida. O mais curioso é que quando
tocamos “Epitáfio” o lugar quase veio
abaixo! Em SP em meio à zoeira das
guitarras, nos acordes finais, ainda tive a
pachorra de cantar “Acorda Maria Bonita,
levanta vai fazer o café/ Que o dia já vem
raiando e a polícia já tá de péééééééé!!!!”
Saem os Titãs e ficam os Paralamas
acompanhados de seus músicos. Curiosamente
as sete canções escolhidas por eles para
este segmento são extremamente pop
contrastando com o nosso set , bem mais
rock. O Liminha costumava dizer que os
Paralamas eram mais Beatles e os Titãs mais
Stones. Não deixa de ter razão…..
6. Ela disse adeus
7. Cuide bem do seu amor
8. Lanternas dos afogados
9. Alagados – Esse canção é uma das
minhas preferidas ( imagino que de todo o
mundo) do repertório dos Paralamas. Acredito
que foi ela uma das coisas que nos
estimulou, mais tarde, a gravar um disco com
Õ Blesq Blom ou uma música como “Miséria”.
Vislumbramos alí a possibilidade de fazer
pop com sotaque claramente brasileiro sem
soar “frouxo”. O Charles toca um”
pandeirinho” aqui!
10. Uma Brasileira – Eu , Branco e
Paulo fazemos backing nessa música.
11. A Novidade – Cantamos eu e o
Herbert. O único acompanhamento são as
guitarras as vozes e palmas do público. O
Tony faz um slide digno de nota.
12. Homem Primata – O arranjo acabou
ficando parecido com o que fizemos para o
Acústico. Um SKA, só que sem metais e bem
mais invocado. A platéia canta pra valer!
13. Lourinha Bombril – Versão dos PDS
para uma música de uma banda argentina “Los
Pericos”. O Branco divide o vocal com o
Herbert, eu faço as frases dos metais no
hammond e o Paulo toca…..bandolim!
Saem os Paralamas e ficam os cinco Titãs (
finalmente um número decente de membros para
uma banda de rock!). Tocar como um quinteto,
fora o desafio, tem sido um grande prazer: é
quase como se a banda estivesse começando de
novo.
14. Cabeça Dinossauro – Já era digno
de nota desde os primeiros ensaios, mas no
show de São Paulo, Barone e Gavin resolveram
radicalizar. Foi realmente mágico!
15. A melhor banda de todos os tempos da
última semana – O Bi toca baixo e o
Herbert faz um solo de guitarra. O João , a
principio, não tocava nessa hora, mas acabou
entrando na farra também. Faz sentido: no
final Branco apresenta todo mundo. “Senhoras
e Senhores com vocês A melhor banda de todos
os tempos da última semana!!….Na guitarra,
Tony Bellotto!” – E por aí vai.
16. O Beco – O Mello canta essa.
Tocamos com o reforço dos metais .
17. Comida – Grande momento!! Há
muitos anos o Arnaldo não cantava essa
música: com certeza é a primeira vez que ele
canta com esse arranjo. Ainda lembro do dia
em que fizemos a canção (Marcelo, eu e
Arnaldo) na casa dos meus pais. Uma boa
parte da letra o Arnaldo já trouxe pronta “A
gente não que só comida, a gente quer comida
diversão e arte, etc..” O resto fizemos ali
na hora . “Bebida é água, comida é pasto/
Você tem fome de que? Você tem sede de que?”
são versos meus. A frase de teclado fiz
depois a pedido do Marcelo que achava que
faltava um “gancho” melódico pra música. É
um clássico dos Titãs.
18. Lugar Nenhum – Outra daquelas que
marcaram época na voz do Arnaldo.
19. Trac Trac – Eu divido o canto com
o Herbert. Acho que ficou bem legal na minha
voz, pensei inclusive em pedir para cantar a
música inteira …Vamos ver, talvez ainda da
role.
20. Óculos – O Paulo canta. Eu faço
aquela famosa frase da intro. Um dos grandes
baratos dessa turnê é esse : poder tocar
coisas que a gente gosta muito e nunca teve
oportunidade.
21. Sonífera Ilha – Zoeira total.
Aqui todo mundo toca e canta ao mesmo tempo
– convidados incluídos.
22. SKA – É um rock-steady. O João
puxa numa velocidade alucinante, às vezes
difícil de acompanhar. O Paulo faz a frase e
o “solo” de sax.
BIS
31. Meu Erro
32. Flores
Veja página especial
sobre o DVD com as fotos, capas, letras e ficha
técnica

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