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PARALAMAS FOREVER


Design Gráfico:
Gilcemar Alves

Diretor e Responsável:
Rafael Michalawski

No ar desde:
15/11/1998

Página não-oficial dedicada a maior banda brasileira, Os Paralamas do Sucesso


 




João Fera



João Fera uniu-se aos Paralamas em 1986, quando a banda partia para a turnê do álbum Selvagem?. Oficialmente passou a integrar os Paralamas na gravação do CD D, em Montreux.

Mas, desde pequeno, conhecia João Barone. Eram vizinhos de bairro. E, Fera foi professor de violão de Barone.

- Quando cogitaram de eu entrar para a banda, pensei: "o que é que eu vou fazer ali? Os caras eram idolatrados no Brasil inteiro. Fui a um show e pensei intimamente que um teclado iria fechar bem, mas jamais imaginei que este teclado seria eu" - conta Fera.


Ele trazia uma estrada de grupos de baile e estava na época tocando com o 'rei das calcinhas', o romântico cantor Wando, mas não tinha muito show e o bolso estava prejudicado.
 

João Fera

LEIA UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA DA PARALAMAS FOREVER COM JOÃO FERA

  Veja fotos de João Fera !!

Nome: João Carlos Gonçalves
Apelido: João Fera
Nascimento: 28/09/1953
Idade: 55
anos
Instrumento: Teclado e Piano
Entrada nos Paralamas: 1986

Participações:

1. Durante a recuperação do Herbert, ele tocou junto com a Tribo de Jah. Participou dos shows de gravação do CD da Tribo, "Tribo de Jah a Bob Marley" e tocou na turnê do show do disco.

2. Tocou junto com o Negril, uma banda de reggae muito dez que é empresariada pelo Herbert !!

3. João Fera também tocou em paralelo com o Reggae B, junto com o Bi e o Bidu.

4. Junto com Bi Ribeiro, participou do CD "Novo Dia" de Aline Duran. Veja mais.

 

O padrinho de Fera foi o Barone, que o conhecia desde pequeno, quando ficava corujando os ensaios da banda em que o Fera tocava, a URB7, na Universidade Rural do Brasil (daí o nome) lá em Seropédica, que fica para os lados de Itaguaí, na zona oeste do Rio. Fera foi criado lá, seu pai era tratador de cavalos da universidade e ele dava uma força. Depois caiu no conto do vigário, literalmente.

Foi convencido pelo padre local a ir para um seminário, onde se interessou mais pela música do que pelas rezas. Tocava violão e deu aulas por lá, até descobrir que sua vocação era mesmo a música. De volta a Seropédica começou a tocar na banda Blackbird e, depois, no URB7.

Quando a banda decidiu colocar um tecladista, Herbert, Bi e Barone pensaram num negro, já que a matriz da música que amavam vinha do circuito Jamaica-África-Bahia. Daí Barone lembrou do Fera. Ele tocava música de todo mundo, mas não tinha nenhuma dos Paralamas no repertório.

- "Peguei o LP O Passo do Lui de uma amiga, arrumei um dinheiro emprestado e fui em Campo Grande comprar o Selvagem? e tirei os teclados das músicas que tinham. Eram quatro. Beleza. Fui no ensaio da gravadora, no dia 10 de outubro, conheci o Bi e o Herbert. Pensaram que eu não conhecia nada deles, aí disse que conhecia ''Óculos'', ''Meu erro'', ''A novidade''. Aí o Herbert falou 'cara, eu não acredito, vamos fazer a primeira". Quando começou ''Óculos'' eu fiz a marimbinha da introdução e o Herbert dava cada salto dessa altura assim.

 

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