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1. Prêmios que os
Paralamas receberam
Os
Paralamas recebem dia 07 de novembro de
2007, na cerimônia do Grammy Latino, um
prêmio de LENDA DA MÚSICA LATINA,
concedida a artistas que desenvolvem sua
música de qualidade no mercado latino.
Veja
aqui a lista de alguns prêmios recebidos
pelos Paralamas. Veja também todos os
prêmios recebidos pelas banda no
VMB Brasil
da MTV e no
Grammy Latino.
- Dezembro/2009: Melhor
Grupo segundo a APCA (Veja
Notícia)
-
Outubro/2009: A música "Alagados"
foi citada como uma das mais importantes da
história da música brasileira (ficou na 63.
posição) em eleição feita pela Revista
Rolling Stones.
- Março/2003 -
Numa pesquisa realizada pela
Revista Zero,
foram eleitos os 25 melhores discos de Rock Brasil.
Selvagem?
ficou em 6º e
O Passo do Lui
em 11º, além de terem sido citados
os discos:
Cinema
Mudo,
Os Grãos
e
Severino.
- Janeiro/2003:
Prêmio
O Melhor do Pop Nacional
- Longo Caminho é eleito o 2º melhor disco do ano !!
- Janeiro/2003: Site
Omelete
- Longo Caminho é eleito o melhor disco do ano !!
- Janeiro/2003 -
Revista MTV - Numa lista dos 100
mais significativos discos brasileiros, escolhidos por artistas e jornalistas -
O disco SELVAGEM? ficou em 11º lugar
- Dezembro/2002 -
Site Roquenrou
!!!
Paralamas foram eleitos a 3ª melhor banda
nacional e o CD
Longo Caminho
ficou como o 3º melhor disco de 2002 !!
- O disco 9 Luas
foi escolhido pela CD NOW
como um dos 10 mais importantes de toda a história do rock latino-americano.
PRÊMIO
MULTISHOW
2011: Melhor
Instrumentista - João Barone
2006:
TOP 5 na Categoria Melhor
VideoClipe ("Na Pista")
2004:
Categoria Homenagem - Herbert Vianna
2003: Os Paralamas
concorriam como: Melhor
Show, Melhor Grupo, Melhor DVD e Melhor Instrumentista (João Barone). Arrebatamos os
prêmios de Melhor Grupo e Melhor Instrumentista com João Barone !!! Veja mais no
CliqueMusic.
2001: Melhor
Música - Se eu não te amasse tanto assim - Ivete Sangalo (Letra: Herbert Vianna/
Paulo Sérgio Valle)
1999: Melhor
Instrumentista - João Barone
1996: Melhor
Grupo
PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA (ex-Prêmio Shell
e ex-Prêmio Tim)
-
Melhor Grupo: 1988, 1991, 1995 e 2010
-
Melhor Música: 1996 (La Bella Luna do
Disco 9 Luas)

2. Vendas de Discos
| Cinema
Mudo (1983) |
90 mil |
9
Luas (1996) |
550 mil |
| O
Passo do Lui (1984) |
250 mil |
Lata
Pólvora (1997) |
5 mil* |
| Selvagem?
(1986) |
600 mil |
Hey
Na Na (1998) |
250 mil |
| D
(1987) |
170 mil |
Acústico
MTV (1999) |
500 mil |
| Bora-Bora
(1988) |
200 mil |
Arquivo
II (2000) |
sem
dados |
| Big
Bang (1989) |
210 mil |
Longo
Caminho (2002) |
300
mil |
| Arquivo
(1990) |
420 mil |
Uns Dias ao
Vivo (2003) |
sem
dados |
| Os
Grãos (1991) |
100 mil |
Hoje (2005) - CD |
80 mil |
| Severino (1994) |
55 mil |
Biografia Vamo Batê Lata |
3 mil |
| Vamo
Batê Lata (1995) |
900 mil |
Hoje ao Vivo (2006) - DVD |
20 mil |
* A
Lata Pólvora foi comercializada em edição
limitada de apenas 5 mil peças.

3. A
história de Lanterna dos Afogados
Quer saber de onde surgiu a
história de Lanterna dos Afogados. Leia as palavras do próprio Herbert. Texto
gentilmente cedido por
Olivia, retirada da revista
Vinho Magazine.
"Certa vez, saí com uma
namorada para jantar. Sentei na moto, ela começou a conversar mas pedi que não falasse
mais nada porque estava vindo a melodia e a letra na cabeça. Quando chegamos ao
restaurante, em Ipanema, o garçom logo veio para anotar o pedido. "Papel e caneta,
rápido, por favor foi o que pedi", lembra o compositor.
Naqueles dez minutos de moto entre a minha casa e o restaurante, a letra apareceu
inteira", conta Herbert. A música emplacou. Era "Lanterna dos Afogados".

4. Vovó Ondina foi gente fina
"Vovó Ondina é gente
fina/ Valeu vovó !!!" Vovó Ondina, faleceu no fim de 1999 aos 95 anos. Homenageada
no primeiro LP da banda, Cinema Mudo de 1983, com a música Vovó Ondina é Gente
Fina, a avó do Bi foi a grande protetora dos meninos,
cedendo um quarto de seu apartamento na Rua Souza Lima, em Copacabana, para eles ensaiarem
desde quando Herbert e Bi fizeram os primeiros ensaios no começo
dos anos 80, o Bi com o baixo que ela lhe deu de presente e um colega de colégio, o Vital, que nem bateria tinha e batia até em
fundo de gaiola.
"Chamaram a polícia, mas que
barra/ desliga essa guitarra que a coisa está indo de mal a pior/ são 30 soldados contra
uma vovó", diz a letra. Realmente, um dia os vizinhos convocaram a lei e um
policial, não 30 como exagerou Herbert, bateu na porta para acabar com a festa que, a bem
da verdade, acontecia nos finais de semana na parte da tarde, estendendo-se até as 22h,
quando a vovó mandava a rapaziada terminar os trabalhos. "O guarda disse que a
clínica de psicologia estava reclamado do barulho e a mamãe falou que se ela não podia
tocar, a clínica também não podia funcionar e indagou se ele sabia se a clínica tinha
licença para funcionar. Resumindo, o guarda acabou dizendo que tocava violão, que achava
aquilo um barato, que não tinha nada contra e a mamãe ainda convidou-a para um
café", conta Luciana Medeiros, filha dela e mãe de Bi.
Na hora em que pintou o interesse
pela música, ela cedeu o espaço e mantinha a geladeira cheia para alimentar seus
meninos. E não eram só os nascentes Paralamas, mas uma verdadeira turma que invadia o apartamento da
vovó e nos ensaios eram encenados esquetes músico-teatrais, como conta Bi: "Era uma
coisa quase que teatral que o Herbert ia narrando, tipo uma stripper, Aurinha, que usava
sete calcinhas, era muito engraçado. Tinha músicas como Os pingüins já não os vejo
porque já não está na estação, Mandingas de amor, que a gente chegou a gravar, mas
depois deu pra atrás, Candongas rurais, tinha umas músicas assim, era uma coisa muito
divertida".
Autor do texto: Jamari França

5. Paralamas sofreram censura pela música "Luís
Inácio e os 300 Picaretas"
Foi aberto um processo na
justiça contra os Paralamas devido a música Luis Inácio (300 Picaretas) do CD Vamo Batê
Lata. O
processo foi aberto pelo então deputado federal Bonifácio Andrada (PPB-MG).
Veja entrevista à Folha de SP.
Folha - A polêmica em torno da música Luiz Inácio
(300 Picaretas) tocou no quê?
Herbert Vianna - No fato de um
congressista tomar uma atitude arbitrária, quando ninguém pensava que isso ainda pudesse
existir e que partisse do Congresso, que tinha livrado o Brasil da censura com a
Constituição de 1988. Havia pequenos indícios dessa tendência. A censura da obra da
Bia Lessa, no Rio, os rumores da volta de uma salinha para analisar a TV, em Brasília, a
Hebe censurada pelo seu próprio canal de televisão... A música catalisou tudo.
Folha - Agora, no interior de Minas, a música Vira
Vira, dos Mamonas Assassinas, foi censurada. Você acredita que a censura voltou?
Herbert - Fico surpreso. Depois
do que aconteceu com a gente, pensei que isso tinha mudado.
Herbert Vianna, Bi Ribeiro e
João Barone receberam o título de Cidadão Honorário de Brasília em abril de
2003, quando foram recebidos pelo presidente Lula. A Câmara
estava lotada e Herbert ao violão cantou trechos das musicas 300 picaretas,
Alagados, o Calibre, Assaltaram a Gramatica e Meu Erro no plenário da Casa.
"Ele (Lula)
sempre foi um cara super batalhador, do bem, e o fato de ele, hoje, estar na
Presidência da República, representa muito na sua trajetória de vida, da força
de trabalho, do básico, da estrutura social brasileira", ressaltou Herbert.
Em 28 de julho de 2005, o jornal O Globo
fez uma pesquisa para descobrir "Qual música nacional melhor define a atual
crise política do mensalão?".
Luís Inácio (300 Picaretas) foi a 2ª mais lembrada (com quase
20% dos votos), atrás apenas da música "É Ladrão que não acaba mais", de
Bezerra da Silva.

6. Paralamas recebem homenagem na Favela da Maré
Herbert
Vianna chorou a caminho da Maré
e extravasou a emoção no palco. Os Paralamas do Sucesso
fizeram a festa da comunidade da Baixa do Sapateiro, tocando dia 26/05/2005 para
400 pessoas na inauguração da Lona Cultural Herbert Vianna,
no complexo de favelas citado na famosa canção Alagados,
de Herbert.
"Isso aqui
está acima do que eu posso verbalizar, poder dividir esse momento com uma
rapaziada tão do bem. Vamos celebrar", disse Herbert à platéia que gritava seu
nome. E começou a apresentação ao lado do baterista João Barone e do baixista Bi
Ribeiro com duas canções de letras fortes sobre violência: O Calibre ("eu não
sei de onde vem o tiro") e Selvagem ("a polícia apresenta suas armas"), com
citação da música Polícia, dos Titãs. E a platéia cantou junto o refrão:
"polícia para quem precisa de polícia".
Antes do
show, cercado por fãs da favela ao tirar o pano da placa com seu nome, Herbert
afirmou com os olhos molhados: "Vindo para cá, as lágrimas jorraram ao me
imaginar cantando Alagados na Maré".
No camarim,
o músico lembrou dos tempos em que estudava Arquitetura no Fundão e passava na
frente à comunidade que inspirou Alagados. "Tracei um paralelo com a pobreza de
Trenchtown, na Jamaica, tentando abrir as portas do preconceito com a favela,
onde também há vida, há mães e pessoas batalhando pela alegria".
A
música-homenagem fez o público delirar. Herbert presenteou um jovem músico local
com uma guitarra e João Barone doou uma bateria à lona.
Fonte: O Dia

7. Herbert já sofreu acidente de moto
Em abril
de 1989, Herbert Vianna,
então com 27 anos, foi atingido violentamente por um veículo quando dirigia uma
moto de 600 cilindradas. Ele sofreu escoriações por todo o corpo e fraturou o
braço esquerdo. O acidente só não foi pior porque ele estava protegido por um
capacete.
Após assistir a um
show do cantor Fausto Fawcett, em São Paulo, Herbert seguia para a cidade de Parati (Rio
de Janeiro). Pretendia descansar e se preparar para uma excursão que o grupo faria pelo
Brasil em maio daquele ano. No meio do caminho, o acidente. "Eu me machuquei
bastante. Tanto que o motorista do caminhão nem acreditou quando me viu levantar. Olhou
para mim e disse que eu havia nascido de novo", disse o músico em entrevista à
revista Contigo dias após ao acidente.
Herbert se manteve tão
tranqüilo que, mesmo todo machucado, dispensou o caminhoneiro, pegou sua moto e percorreu
mais 60 quilômetros até Caraguatatuba (litoral norte paulista), internando-se num
hospital da cidade. "Foi uma coisa horrível, eu sentia dores terríveis, tinha a
impressão de que nunca chegaria ao pronto-socorro", disse traumatizado.
A única preocupação que tinha no momento era com a turnê da banda, que estava no auge
da carreira. "Lamentavelmente, ficarei seis semanas de molho", reclamou. Dois
meses depois, Herbert fez shows pela Europa.

8. Curiosidades Gerais
-
A música "O Amor não Sabe Esperar", do disco
Hey Na Na,
seria gravada com os vocais de Tim Maia. Mas,
infelizmente não deu ... E, a música acabou ganhando os
divinos vocais de Marisa Monte.
- No
Acústico MTV, os Paralamas iriam regravar a música "Eu Sei"
da Legião Urbana.
Mas, como recentemente a música havia sido gravada pelo Pato Fu,
no disco Televisão de Cachorro, os Paralamas optaram pela regravação de
"Que
País e Esse?".
-
O pequeno
cartaz divulgando o primeiro show oficial da banda anunciava: "Western Club
vergonhosamente apresenta Os Paralamas do Sucesso. Rock".
- Em 1984,
eles fizeram uma turnê com Jimmy Cliff. Abriram shows em várias capitais e
como tinham poucas músicas no repertório, cantavam Inútil, do Ultraje a
Rigor, Química e Ainda é cedo, do Legião, e também coisas do Lobão e do
Lulu Santos.
- No festival de Montreux, em
julho de 1987, quando foi gravado do álbum D, a banda tocou uma música de João
Bosco, que não entrou no disco porque Herbert errou a letra inteira.
- No Carnaval de 1990, os
Paralamas deram uma canja no Trio Elétrico Crocodilo.
- Em algumas apresentações,
os Paralamas chegaram a voltar seis vezes ao palco.
- Herbert
apostou com a EMI, gravadora do álbum Selvagem?, que o disco não venderia 500
mil cópias. Entretanto, foram vendidas mais de 600 mil cópias. O cantor pagou
a aposta: correu dentro da gravadora totalmente nu.
- Num
show da turnê do disco Big Bang, Herbert apresentou ao público uma guitarra
Gibson Doublé-neck 6/12, na cor cherry wine. A fábrica pediu dois meses para
produzir a guitarra encomendada, que tem dois braços: um com seis cordas e
outros com doze. A primeira vez que esse tipo de equipamento subiu a um palco
num show de rock foi nas mãos de Jimmi Page, do Led Zepelin, para a execução
da música Stairway to heaven, considerada um clássico.
- Shopstake (música do CD
Cinema
Mudo) era o nome de um
bar no Rio de Janeiro.
- Alguns dos nomes que a
banda podia ter tido: "Os Cadeirinhas" e "As Plantinhas da
Mãe". O objetivo era ser o nome mais ridículo possível. O nome "Paralamas
do Sucesso" foi dado por Bi Ribeiro.
- Herbert Vianna
foi quem sugeriu o nome do grupo Biquini Cavadão (Fonte: Bruno Gouveia)
- Herbert Vianna foi quem
sugeriu o nome do personagem "Paralaminha"
de Maurício de Sousa. O
personagem é um garoto deficiente físico.
- Em outubro de 2003, os fãs da
MTV elegeram as
bandas mais marcantes da história da emissora. Os Paralamas ficaram em 3º lugar,
atrás do Capital Inicial e do Sepultura.
- A
Legião
Urbana prestou uma homenagem à mulher de Herbert Vianna, Lucy Needham Vianna. A inscrição
"In memorian Lucy Needham Vianna" encerra o
encarte do álbum ao vivo "Como é que se diz eu te amo"
ao lado das tradicionais Urbana Legio Omnia Vincit e Ouça no volume máximo. Os Paralamas também são lembrados em uma das
músicas. Antes de cantar "Geração Coca-Cola", Renato Russo
diz que a Legião foi apadrinhada por Herbert, Bi Ribeiro e João Barone. "Eles entregaram uma fita com essa música e o pessoal gostou. Agora
a gente vai tocar essa música como eles ouviram na época", recorda Russo que ainda
elogia os amigos: "Vocês são nossos padrinhos. Nunca se esqueçam disso !!"
-
Herbert Vianna foi o compositor mais
tocado no Brasil em 2004 - Segundo o Ecad,
Escritório Central de Arrecadação e Distribuição.
- Bi
Ribeiro inaugurou no dia 12 de agosto de 2005 um bar. Localizado em Brasília, na
409 Asa Sul. O nome é Alemão, ORILLY PUB.
- "Todo Carnaval tem seu fim" do Los
Hermanos, ficou em 2º lugar na votação do site oficial que definiu a
regravação da música Deus lhe Pague no
CD
Hoje. A
informação foi confirmada por Bi Ribeiro em entrevista à Rádio Eldorado
FM/RJ em abril de 2006.
-
A Escola de Samba MANGUEIRA
cantou
os ritmos mais famosos da música
brasileira no seu desfile de Carnaval
2010. Com o enredo "Mangueira é música
do Brasil", a verde-e-rosa contagiou a
avenida com o refrão "chegou, a
Mangueira chegou" e exaltou suas cores
ao criar uma chuva de papel picado sobre
as arquibancadas no início e no fim do
desfile. Para contar a
história da música brasileira, a Estação
Primeira abriu seu desfile com a bossa
nova de Tom Jobim e Vinícius de Moraes,
homenageados com grandes esculturas em
carros alegóricos. A Jovem Guarda, o
rock do RPM e dos
Paralamas do Sucesso, o sertanejo
e o baião foram outros ritmos
apresentados na avenida, no enredo com o
qual a escola espera melhorar a sexta
posição do Carnaval passado e levar o
título que não comemora desde 2002.
Clique e veja a fantasia da ala
especial dedicada aos Paralamas !!!


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